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Amarone, o prestigiado vinho do Vêneto

Amarone, o prestigiado vinho do Vêneto

Vinho produzido na região Vêneta, nordeste italiano, em Valpolicella. Elaborado com as cepas típicas da região; a Corvina, a Rondinella e a Molinara, resultando um vinho robusto, encorpado, seco de alto teor alcoólico, possuindo um ligeiro amargor final, que leva seu nome “Amarone”.


Em fins de setembro ou inicio de outubro, as uvas são selecionadas no alto da colheita, colocadas em caixas e enviadas para um local seco e ventilado por aproximadamente 3 meses. Essas uvas perdem água, há concentração de açúcar e são em seguida prensadas e fermentadas. O Vinho será transferido, para grandes tonéis onde permanecerá por um longo período (4 a 5 anos), desenvolvendo toda a sua potencialidade, perfumes, sabores e estrutura.


Após a fase de envelhecimento, o vinho será filtrado e engarrafado, tendo ainda um período de seis meses de afinamento em garrafas antes de ser comercializado.


O resultado é um vinho encorpado, com 14 a 16º de álcool (fortíssimo para um produto de mesa), de buquê potentíssimo e forte concentração de sabor.


O Amarone vai bem relativamente jovem, com quatro a seis anos, mas pode durar muito mais, chegando tranqüilamente aos 20 anos de idade.


Como todo vinho, a sua boa qualidade depende dos caprichos do produtor. Sendo um vinho potente em aroma e sabor, a sua harmonização deve ser com alimentos do mesmo patamar, ou seja, recomenda-se guisados substanciosos de caças e queijos fortes (parmesão).


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Comentários

Existe(m) 2 comentário(s) para esta notícia.

# 1° Herivenilde Andrade

Nas minhas pesquisas a respeito do Amarone, gostei muito do modo simples, não rebuscado, como o sommelier expôs o tema, ao contrário de outras publicações, que parece são feitas para exatamente reduzir o círculo conhecedor. É preciso retirar esse ar arrogante de quem fala sobre o vinho. O mundo dos vinhos não deve ter fronteiras, pelo menos para o conhecimento, já que esbarramos no quase sempre alto preço dos bons vinhos. Parabéns.

# 2° Herivenilde Andrade

Nas minhas pesquisas a respeito do Amarone, gostei muito do modo simples, não rebuscado, como o sommelier expôs o tema, ao contrário de outras publicações, que parece são feitas para exatamente reduzir o círculo conhecedor. É preciso retirar esse ar arrogante de quem fala sobre o vinho. O mundo dos vinhos não deve ter fronteiras, pelo menos para o conhecimento, já que esbarramos no quase sempre alto preço dos bons vinhos. Parabéns.

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